Voltemos ao Evangelho!

ERROS CRASSOS DOS QUE NÃO CREEM NA ATUALIDADE DO DOM DE LÍNGUAS


Daladier Lima



As línguas dadas em Atos 2 eram de origem divina, não atreladas a especificidade humana alguma. Os discípulos receberam línguas de fogo, o que foi uma experiência única. Em seguida, foram usados nas línguas dos povos que as ouviam. Haviam 14 nações, 120 pessoas. Como explicar o que aconteceu? Cada um falando na língua de cada povo, certamente uma algazarra ininteligível? Ou grupos falando na língua de cada pessoa, ou seja, dos 120 se agrupavam dez ou doze para falar aos cretenses, dez ou doze aos árabes? Ou todos falando nos diferentes idiomas a cada momento, ou seja, o grupo todo fala aos cretenses por dez minutos, depois dez minutos para os árabes? Como vemos, há muitos detalhes que não sabemos sobre o que, de fato, ocorreu.
As línguas são o sinal da descida do Espírito Santo, conforme promessa de Jesus (João 14:16). Era e é fenômeno que permite a quem recebe experimentar em pequenas porções aquilo que será o Céu. Os dons são a antesala do gozo celeste indescritível. Desnecessários, certamente, quando lá chegarmos, necessários, entretanto, enquanto a Igreja palmilhar aqui.
O argumento de que era apenas para estrangeiros ouvirem a mensagem, desmorona diante de duas colocações lógicas: 1) Inúmeras vezes os discípulos estiveram reunidos, todos falando uma mesma língua, por que falavam em línguas estranhas entre si? Que Paulo tinha em mente, em I Coríntios 14:18: Dou graças ao meu Deus, porque falo mais línguas do que vós todos? Pretensão? Soberba? Demonstração irracional de poder? Que os críticos respondam à luz de I Coríntios 14:26.
2) Se a intenção era pregar o Evangelho por que não usar o grego ou o latim, que eram línguas francas? Por outro lado, Todos os povos que se reuniam em Jerusalém naqueles dias conheciam razoavelmente o hebraico. Podia-se, na pior das hipóteses, pregar em frases curtas neste idioma.
Não podemos anular tal manifestação por conta dos excessos ou similaridade com determinadas expressões de cultos africanos ou qualquer outra razão. Seria o Urim e o Tumim um jogo de dados ou conchas importado dos babalorixás? Seria o caso de fechar os seminários, por conta dos desvios teológicos? Ou queimarmos os livros pelos erros que eles contenham. Não crer como está nas Escrituras é uma coisa. Forçar a barra é outra totalmente diferente. Que jactância há nas palavras de Paulo: se eu orar em língua desconhecida, o meu espírito ora bem (I Coríntios 14:14)? Não somente ele abre a possibilidade de que se ore em línguas desconhecidas, como que aquela pessoa seja edificada!

Portanto, irmãos, procurai, com zelo, profetizar, e não proibais falar línguas (I Coríntios 14:39).

MARCADORES

A pessoa de Cristo A.W. Tozer aborto Abraão adventismo adversário Ágape Agostinho águas Albânia Além da Letra alforria aliança Amor Anjos Antigo testamento Antonio Gilberto apocalipse apologética apostasia arminianismo Arrebatamento arrependimento Àsia Ásia Central Assembléia de Deus Auschwitz Auxílio ao Obreiro avião batatas Batismo com Espirito Santo batismo com Espírito Santo batismo infantil batismo no Espirito Santo BBC bebida alcoólica Ben Gurion Bençãos besta bíblia sagrada Bíblia x Ciência Biblicamente bibliologia Billy Graham Blog Belverede bois brecha Brenda B. Colijn calvário CALVINISMO calvinistas Calvino cananeus carpinteiro carta carta de Judas casamento Castellion certo cerveja cessacionismo Ciro Zibordi clamor Claudionor de Andrade colheita comportamento confraria pentecostal Conhecimento continuismo conversão convite Corpo de Cristo CPAD cristãos cristianismo cruz Daladier Lima Dan Corner Daniel Santos Dave Hunt Davi David Botelho David Cloud Deus Conosco devocional diaconisas diálogo dizimo dízimo domingo Dons Espirituais Douglas Batista Doutrina Pentecostal Doxologia eleição Elias Elisabeth I Eliseu Antonio Gomes Eliseu Gomes enganador ensino equívocos religiosos errado erudição escórias escravatura Esmirna ética cristã EUA evangelho evangelicalismo evangelismo exegese Experiência expressões idiomáticas família família Cristã fariseus felicidade Festa da dedicação ficção filmes filosofia fim Flip Benham fonte fortalecimento fundidor Gálatas graça grupo de estudos Gunnar Vingren Habacuc herege heresia heresias Hernandes Lopes história história eclesiástica igreja igreja brasileira Igreja Fiel igreja primitiva Imael Brito imperialismo Inglaterra interpretação investigação Isaías Islamismo Israel Jerusalém João Cruzué Josenilson Félix Jourdon Anderson jugo desigual juízo Julgamento Keith Coward Kelem Gaspar leitura leões liberalismo teológico linguagem cristã Línguas estranhas livramento livre-arbítrio livro da vida Luciano Subirá Lutero maçã madrugada Marcelo Lyrio Marco Elias marxismo matrimônio Max Lucado Melquisedeque Menno Simons milagre ministério ministério feminino missionários missões missões transculturais mitos Moisés morte de Cristo mulher mulheres Mundanismo muro Natal nazismo Nietzsche noiva Norman Geisler Noruega novo testamento Obreiro Aprovado Oração Oriente Médio ovelha Palavra palavra revelada palha pão parlamento pastor pastores Paulo Junior paz Pecado pedobatismo peixe pentecostais Pentecostalismo perdão perseguição perseguições personagens piedade pobre prata Predestinação pregação expositiva Pródigo Profecia profecias Promessas questionamentos razão razão humana recenseamento Reforma Protestante refugiados Relacionamento religião religiosidade remédio renovados repreensão retórica revelação rico sábado sabedoria sacerdote sacrifício de Jesus salmos Salvação Samoa Sandro L. Oliveira sangue de Jesus santidade Santificação satélite século XX Século XXI serpente Silas Daniel simplicidade sinais sinais do fim Sinédrio soberania de Deus Sofia Müller sola scriptura soldado soteriologia Spurgeon Susanna Wesley Templo Teologia Teologia Pentecostal terrorismo terroristas testemunho Tiago Rosas titanic Tony Sousa trigo Vale verdade Versículos Bíblicos vida vida cristã vídeo vídeos vinha vinho visão whatsapp