Voltemos ao Evangelho!

A SOBERANIA DE DEUS E A TEOLOGIA DOS HOMENS



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Deus é soberano? Sem dúvida nenhuma que sim!! Nisto Calvino estava certo.

Mas o único atributo de Deus é a soberania? Não, de forma alguma. Deus é amor, misericórdia, bondade, poder, sabedoria, justiça, e mais uma infinidade de atributos. E todos eles se harmonizam. Quando o Senhor aplica Sua justiça, Ele o faz baseado em Seu amor, Sua soberania, Sua sabedoria, etc. Nunca, de acordo com a Palavra, o Senhor abriu mão de algum de Seus atributos, para agir.

Desta forma, a predestinação arbitrária e a graça irresistível se tornam conflitantes com Seu Ser.

Tomemos a pregação de Jesus, como exemplo: "Arrependam-se!". Esta ordem supõe uma ação voluntária do ouvinte, pois, se assim não for, terá sido falsa, forçada. Com um arrependimento falso, como eu poderia adorar em espírito e em VERDADE? Isto tornaria impossível satisfazer os atributos do caráter divino. A voluntariedade na ação humana é imprescindível para a satisfação dos atributos do caráter divino. Se não for uma ação voluntária, a justiça de Deus não é satisfeita. A soberania de Deus não é aplicada (apesar da declaração calvinista em contrário). Nem mesmo o amor de Deus é satisfeito.

Se, de um grupo de pessoas (pecadores, evidentemente), Deus determina que um grupo de 20% será redimido e o restante não, o que Ele estaria fazendo, na prática? Primeiro, não estaria aplicando Seu amor ao grupo de 80%. Segundo, estaria permitindo que o grupo dos 20% continuasse com a possibilidade de pensar que é deus. Terceiro, se o grupo dos 80% só fez aquilo que tinha a capacidade de fazer, sem a opção de agir diferente, não lhe cabe uma condenação, porque a base da justiça, até mesmo da divina, está na voluntariedade das ações. Exemplificando, se é condenado quando se escolhe um caminho tendo a consciência de que o caminho escolhido é o errado. Quando se entra pelo caminho errado, sem se saber que ele é errado, o máximo que pode ser feito é a disciplina, não a condenação, pois não existe a culpa, como um fato. Deus deixou este princípio claro, ao estabelecer leis específicas para Israel quanto ao crime involuntário.

O calvinismo pega um atributo de Deus, sua soberania, e faz todos os Seus outros atributos se submeterem a esse. Ele diminui o amor e a misericórdia de Deus, para mostrar o quão poderoso Ele é, mandando pessoas para o inferno, apenas porque Ele as formou para isto. Dizer que Jesus não Se entregou por todas as pessoas é diminuir a Sua obra! É um Evangelho falso! Dizer que Deus não ama a todas as pessoas é contrariar a própria Palavra do Senhor, “porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. E “todo o que nele crê” e a Ele se submete, e a Ele se entrega, nunca, jamais, calcará “aos pés o Filho de Deus”, nem profanará “o sangue da aliança com o qual foi santificado”. Estas coisas farão aqueles que “não acolheram o amor da verdade para serem salvos”. E, se o Espírito nos diz que pessoas resgatadas (2Pe 2.1) e santificadas pelo sangue da aliança (Hb 10.29) são passíveis de condenação, certamente, Ele está dizendo que o sangue de Jesus foi derramado por todas as pessoas, tanto as que serão salvas, como as que serão condenadas.

Além de tudo isto, onde a soberania de Deus poderia ser mais evidente: em um mundo onde os homens não têm como fazer algo diferente de Sua vontade, ou em um mundo onde os homens têm liberdade de escolha e, ainda assim, é a Sua vontade que prevalece?

É preciso lembrar que “Em parte conhecemos e em parte profetizamos” mas, como alguns não aceitam a existência da profecia nos dias atuais, e sabendo que estas coisas se completam, a falta de uma delas (a profecia) será compensada com a loucura e a insensatez advinda do intelecto humano. (Leia I Coríntios 2:4-15). Neste mesmo barco teológico viajam a soberba e o orgulho ideológico (“teológico”), o substituto eficaz do “orgulho denominacional”.

Querem humanizar Deus e divinizar o homem. Deus não faz acepção de pessoas, mas os homens fazem, para obter a prova disto basta analisarmos a história de todas as denominações cristãs, principalmente daquelas que se uniram ao estado em algum momento da história. Deus não tem somente um atributo e deturpar os demais atributos do Senhor dos Exércitos para satisfazer um argumento teológico é algo insano e imoral, até mesmo para o mais terrível e depravado pecador do tipo “TDGD-totalmente destituído da glória de Deus”. A esta deturpação eu atribuo o nome de “ETHI - engano teológico dos homens inteligentes”. A inteligência e autossuficiência deles os faz ignorar o evangelho genuíno de Cristo. Jó 20:20-21, Lucas 10:21, I Coríntios 1:19, I Coríntios 2:11-12, I Coríntios 3:18-19, Provérbios 3:5.

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