Voltemos ao Evangelho!

O DEUS DE AMOR É JUSTIÇA

POR SAMUEL SANTOS

"Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda." (Apocalipse 22:11)

Impossível meditarmos na lei do Senhor e não sentirmos a benignidade de Deus; até em seus juízos a sua graça é abundante.

Voltando as páginas veterotestamentárias; lá no cativeiro egípcio, onde o Senhor através de dez pragas evangelizou aqueles pagãos, e na medida em que eles clamavam aos seus deuses, O Deus todo poderoso triunfava com poder e grande Glória.

Da mesma forma que os contemporâneos de Noé tiveram cento e vinte anos para se converterem ao Evangelho Eterno, os egípcios tiveram dez oportunidades para constatarem a inutilidade de seus deuses e se entregarem a Senhor dos Exércitos.

A dispensação da lei iniciou-se com Moisés no deserto, e seu cumprimento se deu na cruz através de Cristo. Dando continuidade no plano de Deus, emana do derramamento do Espírito a graça que perdura até o dia perfeito.

Pois bem, é preciso salientar que não somos exclusivos; a nossa dispensação é o reflexo das demais! Sempre houve um mandamento e um juízo para cada posicionamento.

Nesses quase dois mil anos de história, a igreja fiel tem se portado como uma noiva pura e lavada pelo sangue do cordeiro. Passamos pelos mais diversos filtros até chegar aqui; a palavra ungida pelo Espírito foi a responsável por nos ter trazido com segurança, jamais poderíamos sobreviver se não fosse esta bússola.

O texto lido acima nos leva a uma consumação de todas as coisas, ou seja, não há mais tempo para intervalos. Jesus está às portas!

"Quem é injusto, faça injustiça ainda"
A proliferação de ímpios em meio ao rebanho de Deus tem crescido cada vez mais. Visto que igreja que subirá é invisível ao homem, não-á podemos vê. Os resultados dessas infiltrações são as recorrentes quedas. Homens de frente, ministros que ocupam cargos elevadíssimo tombando nas areias da promiscuidade.

Instrumentos que outrora brilhavam nos púlpitos, hoje estão nos bastidores da imoralidade.
O motivo é sempre o mesmo. Não foram justificados pelo Sangue de Jesus! E por não serem, promovem injustiça.

"E quem está sujo, suje-se ainda"
Todo aquele que não sofreu a regeneração do Sangue, é atraído pela sujeira. Isto é fato!
Enquanto a preocupação dos líderes se pautar em seus rótulos  institucionais, e a insistência em guindar homens pérfidos for a regra do jogo; os resultados serão os mais amargos possíveis. Não adianta evangelismos, gritar nas ruas, incomodar a sociedade. A igreja em toda sua história pregou testemunhando nas arenas, nas prisões, nas perseguições do romanismo católico; ela levava o nome de Cristo, e não uma placa denominacional!
Os escândalos terão que vir, é inevitável. Mas isso não exclui a responsabilidade dos anfitriões.

"E quem é justo, faça justiça ainda"
Agora, acerca da igreja fiel; que não têm compromissos com instituições e às usa apenas como um espaço de culto, não tem sofrido estas injúrias.

Certa feita ouvi de um "sério" preletor; que "a crise do cristianismo é a ausência de cristãos."

As casas que hoje levam nomes de igreja estão proibidas de pregar o evangelho. Fala-se muito da justiça (palavra), porém a verdade é entregue totalmente maquiada. O preletor está manietado, se pregar a verdade, as "víboras alojadas" prontamente o acusam de "juíz". E como não há preparo por parte do ministro, ele se rende as acusações com uma modesta e frívola justificação: _O Espírito Santo vai dá uma benção...

Covardia e submissão não são sinônimas!
O joio, teremos até o dia perfeito. Mas mudar o discurso para poupar o joio, isso não! Se o diabo plantou o joio, não compete ao líder zelar por ele!

É necessário que o preletor deixe claro ao seu rebanho; que o Deus do céu, é dono do inferno também. Deus é amor, mas é justiça.

"E quem é santo, seja santificado ainda"
O santo, aquele que foi separado se contrasta a estas aberrações pontuada. O santificado é voltado ao que o Espírito Santo diz à igreja.
Muitos dirão: _Este indivíduo está se colocando como alguém superior aos demais!

Respondo: Quando um juíz condena um réu a morte, o juíz está cumprindo a lei, pois ela é autoridade.
Se um pleletor prega os juízos de Deus, como céu, vida eterna, inferno, morte eterna, destruição... Ele está pautado na lei do Senhor. A palavra é autoridade, porém o mensageiro, não!

O cristão autêntico se encurva diante da palavra de Deus, ao invés do sentimento de ódio, um prazeroso conforto.

"Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite." (Salmos 1:2)

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